segunda-feira
21 setembro, 2009
por Paulo Henrique Lemos

E se todos os seus funcionários tivessem um fã-clube?

Um dos nossos assuntos preferidos aqui no blog é a integração das redes sociais à estratégia de negócio das empresas. Falamos recentemente sobre como elas podem ajudar na criação de valor dentro das organizações. Exploramos a correlação entre engajamento na mídia social e performance financeira. E aprendemos que até mesmo algumas das maiores corporações do planeta têm sido capazes de ações inovadoras nesse campo.

Investimos boa parcela do nosso tempo estudando as novas formas de interação entre empresas e seus públicos. Não é exagero dizer que elas vêm passando por mudanças significativas, muitas delas inéditas. Veja o caso da americana Mary Moss, funcionária do McDonald’s na cidade de Chandler, Arizona. Sua simpatia e presteza no atendimento cativaram tanto os clientes regulares da loja que estes criaram uma página no Facebook apenas para homenageá-la. A comunidade conta com impressionantes 900 membros, e já abriga quase 300 comentários. Isso é que é ser uma embaixadora da marca.

Em entrevista a um jornal local, uma surpresa Mary disse o seguinte: “acho que muita gente espera apenas um serviço rápido, e se surpreende quando recebe um pouco de atenção. Às vezes, um sorriso e um pequeno elogio são capazes de melhorar o dia de uma pessoa.

Para além de uma iniciativa singela e espontânea, o que o exemplo de Mary - e de seus fãs - ilustra é que há uma enorme demanda reprimida por interações mais humanas e verdadeiras, e que o público está preparado para reconhecer e recompensar as marcas que souberem oferecê-las. Honestamente, é dífícil imaginar um uso mais apropriado para as redes socias.

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